Após a publicação do anúncio e a geração de um número considerável de
potenciais candidatos, é fundamental apresentar o imóvel a eles. De fato, quanto
mais candidatos, maiores as chances de encontrar o inquilino ideal. No entanto,
essa tarefa demanda tempo e energia consideráveis, sendo, portanto,
recomendável delegá-la a um corretor de imóveis.
Selecione o melhor candidato para evitar problemas. Um inquilino ideal é, antes
de tudo, alguém financeiramente estável, ou seja, alguém cuja situação
financeira, renda e garantias assegurem o pagamento do aluguel mensal.
Embora isso possa ser difícil de avaliar, não é suficiente por si só. É essencial
também escolher um inquilino agradável, simpático, educado e pontual, pois ele
viverá no apartamento, utilizará as comodidades e interagirá com os outros
moradores do prédio. Esses critérios são, portanto, cruciais para garantir um
inquilino que respeite a propriedade e os demais moradores. Alugar por meio de
uma imobiliária permite que você conte com a experiência de um profissional
que analisa dezenas de candidaturas diariamente e sabe quais candidatos são
confiáveis.
Elabore o contrato de locação de acordo com as melhores práticas. O contrato
de locação deve ser assinado pelo inquilino e redigido com cuidado. É um
documento que rege a locação, especifica os direitos e responsabilidades do
inquilino e deve conter certas cláusulas obrigatórias e fazer referência a textos
legais específicos para ser válido. Em resumo, o contrato de locação está sujeito
a regulamentações rigorosas e não pode ser redigido de forma descuidada. O
corretor de imóveis está totalmente familiarizado com o arcabouço legal que
rege as locações e pode fornecer um contrato juridicamente sólido que protege
você como locador e facilita futuras relações com o inquilino.
Author Archives: Linda Medina
Escolha o parceiro líder certo
Confira agora
À medida que o Governo amplia as ambições para a Fase 2.1, as propostas deverão incluir um número mínimo de 100 habitações sociais por projeto, e propostas significativamente maiores estão sendo ativamente incentivadas. A formação de um consórcio pode ser a chave para a sua organização desbloquear financiamento adicional. Antes de considerar se uma abordagem de consórcio é adequada para o seu projeto, ouça algumas lições aprendidas com os membros da proposta de consórcio da Autoridade Combinada de West Yorkshire para a Onda 1: “Seja claro sobre os motivos pelos quais você está formando ou participando de uma proposta de consórcio.”
Pode haver uma variedade de razões: a escala, a capacidade e as competências diferentes das organizações podem constituir uma barreira à apresentação de propostas individuais, o desejo de partilhar os custos e os riscos de entrega e aquisição, e por aí adiante. O núcleo principal de parceiros provavelmente se formará bem cedo, por meio de contatos já estabelecidos ou outros acordos de trabalho. No nosso caso, isso ocorreu sob a égide da West Yorkshire Housing Partnership.
Para a Fase 1, essa foi uma escolha fácil para nós, pois precisávamos de um parceiro líder do governo local, e a Autoridade Combinada de West Yorkshire, com quem a Parceria Habitacional de West Yorkshire já trabalhava em estreita colaboração, era a escolha óbvia (e disposta a fazê-lo!). A WYCA também possui experiência e processos de governança implementados para gerenciar programas de financiamento complexos em nome de consórcios.
Como o Bitcoin pode ser uma ferramenta contra a censura
Como o Bitcoin pode ser uma ferramenta contra a censura Muitas vezes, quando falamos de Bitcoin, o foco recai apenas sobre a volatilidade de preço ou o potencial de investimento. No entanto, sua maior inovação não é puramente financeira, mas sim social: o Bitcoin é a primeira forma de dinheiro no mundo que é verdadeiramente resistente à censura. Descentralização: Sem um “Ponto de Desligamento” Diferente do sistema bancário tradicional, onde uma instituição central ou um governo pode congelar sua conta por pressão política ou decisões arbitrárias, o Bitcoin não possui um dono. Ele funciona em uma rede global de computadores distribuídos por todo o planeta.
Como não há um servidor central, não existe um “botão de desligar”. Para censurar o Bitcoin, seria necessário coordenar o desligamento da internet em escala global, o que torna a rede praticamente imparável. Acesso Sem Permissão (Permissionless) Para utilizar o sistema financeiro comum, você precisa de autorização, documentos e aprovação de terceiros. O Bitcoin é “permissionless”. Isso significa que qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, pode criar uma carteira e começar a transacionar sem pedir licença a ninguém.
Investir no banco onilx
Em países que sofrem com regimes autoritários, essa característica é vital. O Bitcoin permite que indivíduos protejam seu patrimônio e realizem transações mesmo quando são excluídos do sistema bancário tradicional. Transações Imutáveis Uma vez que uma transação de Bitcoin é confirmada na blockchain, ela se torna permanente. Nenhuma entidade — seja um banco, um tribunal ou um governo — pode reverter, apagar ou alterar esse registro. Essa imutabilidade garante que o envio de valor seja um ato final, protegendo a liberdade de transação do indivíduo contra interferências externas.
Conclusão O Bitcoin é muito mais do que um ativo para o mercado cripto; é uma tecnologia de liberdade. Ao comprar criptomoedas como o Bitcoin, o investidor não está apenas diversificando sua carteira, mas também apoiando uma infraestrutura que devolve o controle financeiro às mãos das pessoas. Em um mundo cada vez mais digital e monitorado, o Bitcoin permanece como a última fronteira da soberania financeira individual.
Como ver o fluxo de Bitcoin entrando e saindo das exchanges
Como ver o fluxo de Bitcoin entrando e saindo das exchanges No mercado de criptomoedas, entender o movimento das “baleias” e dos investidores institucionais pode ser o diferencial entre o lucro e o prejuízo. Uma das métricas mais valiosas para isso é o fluxo de exchange (Exchange Flow). Neste artigo, vamos direto ao ponto: como você pode monitorar esses dados e o que eles significam para o preço do Bitcoin. Por que acompanhar o fluxo das exchanges? O fluxo de Bitcoin nas corretoras (como Binance, Coinbase e Kraken) indica a intenção dos investidores. Como o Bitcoin é rastreável via blockchain, podemos ver em tempo real quando moedas saem de carteiras privadas para exchanges e vice-versa. Entrada (Inflow): Quando muito Bitcoin entra nas exchanges, geralmente indica pressão de venda. Os investidores estão transferindo suas moedas para as corretoras com a intenção de negociar ou realizar lucros. Saída (Outflow): Quando o Bitcoin sai das exchanges para carteiras frias (cold wallets), é um sinal de acumulação. Isso reduz a oferta disponível para venda, o que costuma ser um sinal otimista (bullish) para o preço. Ferramentas para monitorar o fluxo Você não precisa ser um programador para acessar esses dados. Existem plataformas especializadas que simplificam essa leitura: 1. CryptoQuant: Uma das ferramentas mais populares.
Ela oferece gráficos claros de “Exchange Netflow”. Se o gráfico estiver no vermelho (negativo), significa que mais moedas estão saindo do que entrando. 2. Glassnode: Focada em análise on-chain de alta precisão. É excelente para ver o saldo total de Bitcoin mantido em todas as exchanges. 3. Whale Alert (Twitter/X): Se você prefere alertas em tempo real, este perfil monitora grandes transações e avisa instantaneamente quando quantias massivas de BTC se movem. Como usar essa informação na sua estratégia? Monitorar o fluxo não é uma bola de cristal, mas ajuda a medir o sentimento do mercado. Se o preço do Bitcoin está subindo, mas as entradas nas exchanges estão aumentando drasticamente, fique atento: uma correção pode estar próxima. Por outro lado, se o preço cai, mas as saídas das exchanges continuam altas, isso sugere que os grandes investidores estão “comprando a queda”. Dica de ouro: Sempre combine o fluxo de exchange com outros indicadores, como o volume de negociação e o Índice de Força Relativa (RSI), para tomar decisões mais seguras. Acompanhar o rastro do dinheiro é o primeiro passo para investir como um profissional no mercado cripto.
A anatomia de uma folha de pagamento: o que o empresário paga e o que o colaborador recebe
Contrate uma Contabilidade Tributária
Você já sentiu aquele desconforto ao olhar o relatório mensal da folha de pagamento e perceber que o valor que sai da conta da empresa é drasticamente maior do que o valor que chega ao bolso do colaborador? Esse hiato é uma das maiores fontes de frustração para quem empreende no Brasil. De um lado, o empresário sente o peso dos encargos que parecem sufocar o fluxo de caixa; do outro, o funcionário muitas vezes sente que o salário líquido não reflete o esforço do mês. Para entender essa anatomia, precisamos separar o que é remuneração do que é custo tributário e previdenciário. O problema comum aqui não é apenas o valor em si, mas a falta de clareza sobre para onde cada centavo está indo. O custo invisível para quem emprega Quando você contrata alguém por um salário bruto de, digamos, R$ 3.500,00, esse número é apenas o ponto de partida. Se a sua empresa estiver no Lucro Presumido ou no Lucro Real, existe o peso do INSS Patronal, que gira em torno de 20%, além das alíquotas de RAT (Riscos Ambientais do Trabalho) e outras entidades (o famoso “Sistema S”). Mesmo no Simples Nacional, onde esses 20% costumam estar unificados na guia mensal (DAS), o FGTS de 8% continua sendo uma obrigação direta sobre a folha. Some a isso a provisão mensal de 1/12 de férias e 1/12 de décimo terceiro, além do terço constitucional de férias. Na prática, um funcionário custa para a empresa quase o dobro do seu salário nominal quando projetamos todos os benefícios e encargos anuais. Um cenário real que vejo com frequência: um dono de uma pequena prestadora de serviços decide dar um aumento de R$ 500,00 para um talento da equipe. Ele foca apenas no valor líquido, mas esquece que esse aumento cascateia no FGTS, nas férias e no custo previdenciário. Sem um planejamento financeiro, esse “reconhecimento” pode desequilibrar as contas do trimestre. A perspectiva de quem recebe Do outro lado da mesa, o colaborador enxerga o holerite com uma mistura de expectativa e decepção. O desconto do INSS (que segue uma tabela progressiva) e a mordida do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) reduzem o poder de compra imediato. É aqui que entra o papel educativo da gestão contábil.
O empresário precisa saber explicar que o INSS não é apenas um “imposto”, mas um seguro social que garante auxílio-doença e aposentadoria, enquanto o FGTS funciona como uma poupança compulsória para momentos de rescisão ou compra de imóvel. Otimização: Pró-labore vs. Distribuição de Lucros Uma dúvida recorrente entre sócios de empresas LTDA ou SLU é como eles mesmos devem ser remunerados. Aqui reside uma das maiores oportunidades de economia legal. O pró-labore é o “salário” do sócio pelo trabalho prestado; sobre ele incidem INSS (11%) e IRRF. Já a distribuição de lucros é a remuneração pelo capital investido e, atualmente, é isenta de impostos para o recebedor. Equilibrar esses dois fluxos é vital. Um pró-labore mínimo permite que o sócio contribua para a previdência, enquanto a maior parte da retirada acontece via lucro, aliviando a carga tributária da operação. Mas atenção: para distribuir lucros, a empresa precisa estar com a contabilidade em dia e não possuir débitos fiscais.
A gastronomia artesanal de Morretes: Um luxo simples
Sabe aquele cheiro de terra úmida misturado com o aroma de carne cozida lentamente que invade o nariz assim que a gente coloca o pé em Morretes? Se você já desceu a Serra do Mar, seja pelo trem ou pela sinuosa Estrada da Graciosa, sabe exatamente do que estou falando. Existe uma mística na gastronomia dessa cidadezinha histórica que vai muito além de simplesmente “sentar para almoçar”. É um luxo, sim, mas do tipo mais honesto que existe: o luxo do tempo e da tradição. Muita gente chega em Curitiba focada nos parques e na arquitetura urbana — que são incríveis, não me leve mal — mas é no “bate-volta” para o litoral que a alma paranaense realmente se revela no prato. O Barreado é o protagonista absoluto, e se engana quem pensa que é só um ensopado de carne. O segredo está no ritual. Imagine uma panela de barro pesada, vedada com uma mistura de farinha de mandioca e cinzas (ou apenas água hoje em dia), onde a carne de segunda — geralmente maminha ou patinho — cozinha por doze horas seguidas. Doze horas. É um exercício de paciência que nenhum fast-food consegue replicar. O resultado é uma fibra que se desfaz no garfo, transformando-se em um creme rico e denso. O ritual da farinha Para quem visita a região pela primeira vez, a técnica de servir o barreado é quase um batismo. O garçom coloca a farinha de mandioca no prato fundo, joga o caldo fervendo por cima e começa a bater com o garfo até virar um pirão elástico. O teste de fogo? Virar o prato sobre a cabeça. Se o pirão não cair, está no ponto. É folclore, é diversão, mas é, acima de tudo, técnica ancestral. Mas o luxo simples de Morretes não para na carne. Ele está nos acompanhamentos que contam a história do nosso solo: A banana-da-terra frita ou cozida, que traz a doçura necessária para equilibrar o sal da carne. A farinha de mandioca artesanal, geralmente vinda de pequenos produtores da região de Antonina.
A cachaça de Morretes, envelhecida em madeiras locais, que serve como o digestivo perfeito para o clima úmido da serra. Lembro de um grupo que guiei no ano passado. Eram viajantes que já tinham rodado o mundo, acostumados com menus degustação em capitais europeias. Quando sentamos em um restaurante à beira do Rio Nhundiaquara, com o som das águas e o calorzinho típico da região, eles ficaram fascinados não pela sofisticação do serviço, mas pela profundidade do sabor. “Isso aqui tem gosto de casa de vó, mas com uma técnica de alta gastronomia”, disse um deles. E é exatamente isso. Se você está planejando sua vinda, minha dica de ouro é: não tenha pressa. A gastronomia de Morretes exige que você diminua a rotação. Depois do almoço, caminhe pelas ruas de paralelepípedo, compre um pacote de balas de banana (as de Antonina são as minhas favoritas, confesso) e sinta o tempo passar de um jeito diferente. A produção local de gengibre também é algo que pouca gente nota, mas que está presente em conservas e até em sorvetes artesanais que você encontra nas lojinhas do centro histórico. É uma culinária que respeita o que a terra dá.
Estabelecer uma prática sustentável de cuidado com a saúde para a saúde mental
Confira agora
A recuperação pode ser longa e talvez não consigamos retornar completamente à capacidade que tínhamos antes do início da dor, mas podemos melhorar as coisas em relação à situação atual, e isso sempre vale a pena. Uma prática sustentável de cuidado com a saúde combina estratégias de bem- estar baseadas em evidências e atividades personalizadas que restauram a saúde mental, enquanto assistentes sociais clínicos licenciados ajudam os indivíduos a superar a culpa, identificar rotinas eficazes e adotar hábitos sustentáveis que reduzem os sintomas de ansiedade e depressão.
Você se sente culpado(a) toda vez que tenta priorizar a si mesmo(a)? Uma prática sustentável de cuidado com a saúde não é egoísmo; é essencial para o seu bem-estar mental e para a sua capacidade de cuidar dos outros. Descubra estratégias práticas para superar a culpa e criar rotinas que realmente te nutram. Dois amigos sentados do lado de fora, um mostrando algo no celular para o outro enquanto compartilham um momento juntos. Estabeleça uma prática sustentável de autogestão da saúde para promover seu bem-estar mental.
Gerenciando a culpa relacionada ao cuidado com a saúde Identifique o que te recarrega. Criar estratégias práticas de implementação Estabeleça metas realistas Monitore suas experiências e padrões emocionais. Adapte sua rotina às suas necessidades. A relação entre cuidado com a saúde e saúde mental Explore o cuidado com a saúde com a ajuda de um profissional.
A ilusão da segurança em sistemas fechados
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Sabe aquela sensação quentinha no peito quando você clica em “Esqueci minha senha” e sabe que, em alguns segundos, um e-mail vai chegar para salvar o dia? É reconfortante. Fomos treinados a acreditar que segurança é ter para quem ligar quando algo dá errado. Um gerente, um suporte técnico, uma autoridade central que detém o poder de reverter nossos erros. Mas e se eu te dissesse que essa rede de proteção é, na verdade, o maior vetor de risco para o seu patrimônio? Existe um paradoxo fascinante no mercado financeiro e, especificamente, no universo cripto. A maioria das pessoas corre para sistemas fechados — bancos digitais, grandes exchanges centralizadas (CEXs) — porque a arquitetura aberta do Bitcoin ou do Ethereum parece hostil.
A ideia de que “se você perder sua chave privada, perdeu tudo” soa como um pesadelo para quem passou a vida inteira terceirizando responsabilidades. Só que a história recente nos ensinou uma lição brutal, que muitos insistem em ignorar: opacidade não é segurança. Vamos olhar para o que aconteceu com a FTX ou, voltando um pouco mais no tempo, com a Mt. Gox. O problema nunca foi a tecnologia blockchain. O Bitcoin continuou produzindo blocos a cada dez minutos, sem falhas. O Ethereum continuou processando contratos inteligentes.
O colapso aconteceu justamente na camada “fechada”, onde humanos controlavam planilhas de Excel e bancos de dados SQL, longe dos olhos do público. Em um sistema fechado, você não tem ativos; você tem promessas de pagamento (IOUs). Quando você vê “1 BTC” no saldo da sua corretora, você não está vendo um registro na blockchain. Você está vendo uma entrada no banco de dados privado daquela empresa, que diz que ela te deve um Bitcoin. Se eles realmente têm esse Bitcoin sob custódia ou se o emprestaram para uma empresa irmã fazer alavancagem de risco, você não tem como saber.
É uma caixa preta. Você confia na marca, no CEO que sai na capa da Forbes ou na regulação que, convenhamos, muitas vezes chega atrasada para limpar a bagunça em vez de preveni-la. A verdadeira revolução das criptomoedas não é o preço subir. É a capacidade de auditoria em tempo real. Quando falamos de DeFi (Finanças Descentralizadas) ou de autocustódia, a “segurança” muda de figura. Ela deixa de ser baseada na reputação de intermediários e passa a ser baseada em código e criptografia. Se eu interajo com um protocolo como o Uniswap ou Aave, eu não preciso confiar na boa índole dos desenvolvedores. Eu posso (ou alguém com conhecimento técnico pode) verificar o contrato inteligente.
Posso ver a liquidez on-chain. Posso rastrear cada centavo. É claro que sistemas abertos têm seus próprios demônios. Bugs em smart contracts, hacks de pontes (bridges) e a engenharia social são riscos reais. Mas a diferença é a transparência do risco. Num sistema aberto, o risco está exposto; num sistema fechado, o risco está camuflado. A ironia é que o investidor médio se sente mais seguro deixando suas moedas numa plataforma que pode congelar seus saques arbitrariamente do que numa carteira onde ele é o único dono. É a psicologia do conforto versus soberania. A autocustódia exige uma maturidade digital que a maioria ainda não tem. Exige gestão de risco pessoal, backups físicos de seed phrases e uma paranóia saudável.
Bem familiarizado com processos e documentação
Conheça as alternativas agora
Vender uma casa envolve muita papelada. Entender tudo o que você precisa e lidar com os documentos legais por conta própria pode aumentar muito a probabilidade de erros. Corretores locais sabem exatamente qual documentação é exigida na sua região para a venda de um imóvel. Eles também contam com o apoio de uma imobiliária que pode garantir que a transação de venda da sua casa seja precisa e válida. Geralmente, a casa é vendida por um preço maior. Os corretores de imóveis geralmente conseguem um negócio melhor para sua casa.
De fato, dados da Associação Nacional de Corretores de Imóveis (National Association of Realtors) mostram que imóveis vendidos diretamente pelo proprietário (FSBO, na sigla em inglês) geralmente são vendidos por menos do que imóveis com a intermediação de um corretor — às vezes, por uma diferença considerável. Essa é uma diferença significativa e pode ajudar a economizar dinheiro após o pagamento de concessões ao vendedor.
Procurando um corretor de imóveis confiável? Considere usar nossa rede de imobiliárias afiliadas, Veterans United Realty . A Veterans United Realty conecta veteranos aos melhores corretores de imóveis especializados em financiamento imobiliário para veteranos (VA) em sua região, ajudando-os a realizar o sonho da casa própria. Embora a Veterans United Realty se concentre especificamente em encontrar corretores especializados em financiamento imobiliário para veteranos, você não precisa ter um financiamento VA nem usar a Veterans United como instituição financeira.
Para uma distribuição mais ampla do anúncio de vendas
Ao procurar um imóvel para comprar, muitas pessoas preferem navegar em anúncios imobiliários online. No entanto, anunciar online pode ser um processo trabalhoso e bastante caro. Você não conseguirá gerenciar isso sozinho. Portanto, contratar uma imobiliária permite que seu anúncio seja publicado nesses sites. O anúncio também será publicado em diversas outras plataformas reservadas para profissionais. Entre elas, destacam-se o site e a loja virtual da imobiliária. Por fim, a imobiliária escolhida pode operar com um sistema de arquivos compartilhado dentro de sua rede.
Dessa forma, você mantém contato com um único corretor, enquanto seu anúncio é distribuído por vários outros. Para gerenciar contatos e futuros compradores. Para vender seu imóvel, você precisa estar disponível para atender ligações e visitas de potenciais compradores. Se desejar delegar essa tarefa, o ideal é confiar a venda a uma imobiliária. Dessa forma, você evitará as fases de negociação, que costumam ser complexas. O corretor de imóveis atuará como intermediário, apresentando apenas as ofertas que atendam às suas necessidades.
Para uma transação segura – Vender um imóvel exige o fornecimento de diversos documentos. O processo também envolve vistorias obrigatórias. Da mesma forma, você precisará: Ajustar o preço ou as condições de venda. Verifique as informações obrigatórias. Respeite o período de retirada, para manter a melhor oferta. Confiar a venda do seu imóvel a um agente imobiliário é muito tranquilizador. Também garante o cumprimento das leis de transações imobiliárias. Portanto, você não terá que se preocupar com surpresas desagradáveis mais tarde. Imobiliaria Tatui São Paulo